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6 Doenças que dão direito a Aposentadoria por Invalidez.

O Benefício por Incapacidade Permanente, popularmente conhecido como Aposentadoria por Invalidez, é um dos benefícios mais importantes do INSS.

Ainda assim, é um direito cercado de dúvidas, desinformação e, muitas vezes, de negativas injustas por parte da Previdência Social.

Muitas pessoas acreditam que apenas doenças extremamente raras ou situações dramáticas dão direito a esse benefício.

Outras sequer imaginam que determinadas enfermidades, bastante comuns na realidade dos trabalhadores brasileiros, podem sim gerar o reconhecimento da incapacidade permanente e, consequentemente, o direito à aposentadoria.

O resultado disso é que milhares de segurados permanecem sem renda, enfrentando dificuldades financeiras e de saúde, simplesmente por não conhecerem seus próprios direitos.

Pensando nisso, preparei esse post especialmente para você!

Como Advogado Previdenciário, eu explico tudo sobre 6 Doenças que dão direito a Aposentadoria por Invalidez.

Dá só uma olhada:

  1. Doenças neurológicas graves.

  2. Doenças ortopédicas e da coluna vertebral.

  3. Doenças cardíacas e circulatórias.

  4. Doenças psiquiátricas incapacitantes.

  5. Doenças oncológicas.

  6. Doenças infectocontagiosas e sistêmicas graves.

Então, agora, vamos ao que interessa?

 

A importância da análise individual e do acompanhamento jurídico

É essencial compreender que não existe uma lista fechada e automática de doenças que garantem a aposentadoria por invalidez.

O ponto central sempre será a comprovação da incapacidade total e permanente para o trabalho, analisada a partir de laudos médicos, exames, histórico profissional e condições pessoais do segurado.

Nesse cenário, contar com um Advogado Previdenciário é fundamental.

O profissional especializado sabe orientar sobre a documentação correta, preparar o segurado para a perícia médica do INSS e, quando necessário, buscar o reconhecimento do direito pela via judicial.

Muitas negativas administrativas ocorrem não porque o segurado não tem direito, mas porque o pedido foi mal instruído ou a incapacidade não foi corretamente demonstrada.

 

 

  1. Doenças neurológicas graves. 

Quando falamos em aposentadoria por incapacidade permanente, as doenças neurológicas graves merecem atenção especial.

Na prática previdenciária, elas estão entre as principais causas de reconhecimento desse benefício, justamente porque atingem funções essenciais do corpo humano, como movimentos, fala, cognição, equilíbrio e autonomia.

Como Advogado Previdenciário, costumo explicar aos meus clientes que o sistema nervoso é responsável por praticamente todas as atividades que permitem o exercício do trabalho.

Quando uma doença neurológica compromete essas funções de forma intensa e definitiva, torna-se impossível manter qualquer atividade profissional, o que abre caminho para a concessão da aposentadoria por invalidez.

Por que as doenças neurológicas graves podem gerar Aposentadoria por Invalidez?

As doenças neurológicas graves costumam ser degenerativas, progressivas ou deixar sequelas irreversíveis.

Isso significa que, mesmo com tratamento médico, o quadro pode não apresentar melhora significativa ou pode evoluir com o tempo, reduzindo cada vez mais a capacidade funcional do segurado.

Além disso, muitas dessas doenças afetam não apenas a força física, mas também a coordenação motora, o raciocínio, a memória e a capacidade de concentração.

Na avaliação do INSS, quando fica comprovado que o segurado não consegue exercer nenhuma atividade que lhe garanta subsistência, nem mesmo em função adaptada, a incapacidade é considerada total e permanente.

Principais doenças neurológicas graves que podem dar direito à Aposentadoria por Invalidez

Acidente vascular cerebral e sequelas neurológicas

O acidente vascular cerebral, conhecido como AVC, é uma das causas mais frequentes de aposentadoria por incapacidade permanente.

As sequelas podem incluir:

  • Paralisia de membros

  • Dificuldade de fala

  • Perda de coordenação motora

  • Comprometimento cognitivo

  • Limitações graves de mobilidade

Quando essas sequelas impedem de forma definitiva o retorno ao trabalho, o direito ao benefício pode ser reconhecido.

Doença de Parkinson

A Doença de Parkinson é progressiva e afeta diretamente os movimentos, causando:

  • Tremores

  • Rigidez muscular

  • Lentidão motora

  • Dificuldades de equilíbrio

Com o avanço da doença, muitos segurados perdem a autonomia necessária para qualquer atividade profissional, inclusive as mais simples, o que caracteriza a incapacidade permanente.

Esclerose múltipla

A esclerose múltipla é uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso central e pode provocar:

  • Fadiga intensa

  • Perda de força

  • Alterações visuais

  • dificuldades motoras e cognitivas.

Em quadros mais graves ou com evolução desfavorável, a aposentadoria por invalidez é plenamente possível.

Esclerose lateral amiotrófica

A esclerose lateral amiotrófica é uma doença grave e progressiva que leva à perda gradual dos movimentos e da capacidade muscular.

Trata-se de uma das doenças neurológicas mais severas, que frequentemente resulta em incapacidade total e permanente desde os estágios iniciais mais avançados.

Epilepsia de difícil controle

Em casos de epilepsia grave, com crises frequentes e refratárias ao tratamento, o risco constante e a impossibilidade de manter uma rotina laboral segura podem justificar o reconhecimento da incapacidade permanente, especialmente quando não há resposta adequada às terapias disponíveis.

Requisitos necessários para o Benefício por Incapacidade Permanente

Para que o INSS conceda a Aposentadoria por Invalidez, alguns requisitos precisam ser observados.

O primeiro é a qualidade de segurado, ou seja, a pessoa precisa estar contribuindo para o INSS ou dentro do período de graça.

O segundo requisito é a comprovação da incapacidade total e permanente para o trabalho, avaliada por meio de perícia médica.

Em regra, também é exigido o cumprimento da carência mínima de doze contribuições mensais.

No entanto, em determinadas situações previstas em lei, essa carência pode ser dispensada, especialmente quando a doença é considerada grave ou quando a incapacidade decorre de determinadas condições específicas.

Documentos necessários para comprovar o direito

A documentação é um ponto decisivo nesses casos.

É fundamental apresentar:

  • Laudos médicos atualizados

  • Relatórios detalhados do neurologista

  • Exames de imagem

  • Prontuários médicos

  • Receitas

  • Comprovantes de tratamentos realizados

Quanto mais completo for o conjunto de documentos, maiores são as chances de demonstrar de forma clara a incapacidade permanente.

Também são importantes documentos que comprovem a atividade profissional exercida antes da incapacidade, pois eles ajudam a demonstrar a incompatibilidade entre a doença e o trabalho anteriormente desempenhado.

Valor do Benefício por Incapacidade Permanente 

O valor do benefício depende do histórico de contribuições do segurado e das regras vigentes no momento da concessão.

Após a Reforma da Previdência, o cálculo passou a considerar a média dos salários de contribuição, com percentuais que variam conforme o caso.

Em situações específicas, como incapacidade decorrente de acidente de trabalho, doença profissional ou do trabalho, o valor pode ser integral.

Cada caso deve ser analisado individualmente, pois o cálculo do benefício envolve detalhes técnicos que podem impactar significativamente o valor final recebido pelo segurado.

A importância de contar com um Advogado Previdenciário

Nos casos de doenças neurológicas graves, contar com um Advogado Previdenciário é essencial.

O INSS, muitas vezes, indeferirá o pedido mesmo diante de doenças severas, seja por falhas na documentação, seja por uma perícia médica superficial ou incompleta.

O Advogado Previdenciário orienta sobre quais documentos apresentar, como organizar os laudos médicos, como se preparar para a perícia e, se necessário, como buscar o reconhecimento do direito pela via judicial.

Em muitos casos, é justamente a atuação técnica e estratégica do advogado que garante a proteção financeira e a dignidade do segurado em um momento de extrema fragilidade.

 

 

  1. Doenças ortopédicas e da coluna vertebral. 


 

As doenças ortopédicas e da coluna vertebral estão entre as principais causas de afastamento definitivo do trabalho no Brasil.

Como Advogado Previdenciário, sempre explico que o ponto central não é apenas a existência da doença, mas o impacto real que ela causa na capacidade de exercer qualquer atividade profissional.

Quando a patologia ortopédica ou da coluna impede de forma definitiva o trabalho, mesmo após tratamentos e tentativas de reabilitação, o direito ao benefício pode e deve ser reconhecido.

Por que doenças ortopédicas e da coluna podem gerar Aposentadoria por Invalidez?

As doenças ortopédicas e da coluna vertebral afetam diretamente a estrutura de sustentação do corpo humano.

Dores crônicas, limitação de movimentos, perda de força, instabilidade e comprometimento funcional tornam inviável a execução de atividades laborais, especialmente aquelas que exigem esforço físico, postura prolongada ou movimentos repetitivos.

Em muitos casos, mesmo atividades consideradas leves passam a ser impossíveis.

Além disso, existem situações em que a doença evolui de forma degenerativa, sem perspectiva de melhora clínica, mesmo com uso de medicamentos, fisioterapia, cirurgias ou outros tratamentos.

Quando fica comprovado que não há possibilidade de reabilitação para nenhuma atividade que garanta subsistência, a incapacidade é considerada total e permanente.

Principais doenças ortopédicas e da coluna que podem dar direito à Aposentadoria por Invalidez

Hérnia de disco grave e múltipla

A hérnia de disco é uma das doenças mais comuns nos pedidos previdenciários.

Em quadros graves, com comprometimento neurológico, dor intensa e limitação funcional importante, especialmente quando há múltiplas hérnias ou falha no tratamento cirúrgico, a aposentadoria por invalidez pode ser reconhecida.

Doenças degenerativas da coluna vertebral

Patologias como artrose avançada, espondiloartrose, espondilolistese e estenose do canal vertebral podem provocar dor crônica, rigidez, perda de mobilidade e dificuldades para caminhar ou permanecer em determinadas posições.

Em estágios avançados, essas doenças impedem qualquer atividade laboral de forma definitiva.

Lombalgia crônica incapacitante

A lombalgia crônica, quando associada a alterações estruturais comprovadas por exames e refratária aos tratamentos disponíveis, pode gerar incapacidade permanente, principalmente quando impede a permanência em pé, sentado ou a realização de esforços mínimos.

Lesões ortopédicas graves e sequelas permanentes

Fraturas complexas, lesões ligamentares irreversíveis, sequelas de acidentes e limitações funcionais permanentes em membros superiores ou inferiores podem inviabilizar o exercício de qualquer atividade profissional, justificando a concessão do benefício.

Amputações e deformidades permanentes

Amputações e deformidades ortopédicas graves, quando não permitem adaptação a outra função ou reabilitação profissional, caracterizam incapacidade total e permanente para o trabalho.

Requisitos necessários para a aposentadoria por incapacidade permanente

Para ter direito à aposentadoria por invalidez, o segurado precisa preencher alguns requisitos básicos.

É necessário manter a qualidade de segurado, ou seja, estar contribuindo para o INSS ou dentro do período de graça.

Também é exigido, em regra, o cumprimento da carência mínima de doze contribuições mensais.

Além disso, é indispensável a comprovação da incapacidade total e permanente para o trabalho, por meio de perícia médica realizada pelo INSS.

Em determinados casos previstos em lei, a carência pode ser dispensada, especialmente quando a incapacidade decorre de determinadas situações específicas.

Documentos necessários para comprovar a incapacidade

A correta organização da documentação é essencial nos casos de doenças ortopédicas e da coluna.

Devem ser apresentados:

  • Laudos médicos detalhados

  • Relatórios do ortopedista ou neurocirurgião

  • Exames de imagem como: Ressonância magnética, tomografia e radiografias, além de prontuários, receitas e histórico de tratamentos realizados

Também são relevantes documentos que comprovem a atividade profissional exercida, pois ajudam a demonstrar que a doença impede o desempenho das funções habituais e de qualquer outra atividade compatível.

Valor do Benefício por Incapacidade Permanente 

O valor do benefício depende das contribuições realizadas ao longo da vida laboral e das regras aplicáveis no momento da concessão.

Após a Reforma da Previdência, o cálculo passou a considerar a média dos salários de contribuição, com percentuais que variam conforme a origem da incapacidade.

Em situações em que a incapacidade decorre de acidente de trabalho, doença profissional ou doença do trabalho, o benefício pode ser concedido com valor integral.

Cada caso deve ser analisado de forma individual, pois detalhes técnicos podem impactar significativamente o valor final.

A importância de contar com um Advogado Previdenciário

Nos casos de doenças ortopédicas e da coluna vertebral, contar com um Advogado Previdenciário faz toda a diferença.

É muito comum o INSS negar pedidos mesmo diante de exames e laudos claros, alegando possibilidade de reabilitação ou capacidade residual para o trabalho.

O Advogado Previdenciário sabe como estruturar o pedido, orientar sobre a documentação adequada, preparar o segurado para a perícia médica e, se necessário, buscar o reconhecimento do direito pela via judicial.

Em muitos casos, o acompanhamento jurídico é decisivo para transformar um direito ignorado em um benefício concedido, garantindo segurança financeira e dignidade ao segurado que já não tem condições de trabalhar.

 

 

  1. Doenças cardíacas e circulatórias. 

As doenças cardíacas e circulatórias estão entre as principais causas de incapacidade permanente no Brasil.

No atendimento previdenciário, é muito comum encontrar segurados que convivem com limitações severas, cansaço extremo, falta de ar e risco constante à própria vida, mas que não sabem que essas condições podem dar direito à aposentadoria por incapacidade permanente.

Por que as doenças cardíacas e circulatórias podem gerar Aposentadoria por Invalidez?

As doenças cardíacas e circulatórias afetam diretamente a capacidade física, a resistência ao esforço e a segurança do trabalhador.

Muitas dessas patologias impõem restrições médicas severas, proibindo esforços físicos, atividades sob estresse, jornadas prolongadas ou qualquer situação que coloque o segurado em risco.

Além disso, em casos mais graves, mesmo atividades consideradas leves se tornam impossíveis, devido à fadiga intensa, tonturas, desmaios, falta de ar e risco de eventos súbitos.

Quando o quadro clínico é irreversível ou sem perspectiva de reabilitação profissional, a incapacidade é considerada total e permanente, autorizando a concessão da aposentadoria por invalidez.

Principais doenças cardíacas e circulatórias que podem dar direito à aposentadoria por invalidez

Insuficiência cardíaca grave

A insuficiência cardíaca em estágio avançado é uma das principais causas de concessão desse benefício.

O coração perde a capacidade de bombear sangue adequadamente, provocando sintomas como:

  • Falta de ar aos mínimos esforços

  • Inchaço, cansaço extremo e limitação funcional severa

Nesses casos, o trabalho se torna incompatível com a condição de saúde.

Cardiopatias graves

Cardiopatias graves, como:

  • Cardiomiopatias dilatadas

  • Hipertróficas ou restritivas, comprometem significativamente a função cardíaca

Dependendo da gravidade e da resposta ao tratamento, essas doenças podem impedir qualquer atividade laboral de forma definitiva.

Doença arterial coronariana e infarto com sequelas

A doença arterial coronariana, especialmente quando associada a histórico de infarto e presença de sequelas, pode gerar incapacidade permanente.

Limitações ao esforço, risco de novos eventos e restrições médicas costumam inviabilizar o retorno ao trabalho.

Arritmias cardíacas graves

Arritmias severas, com risco de síncope ou morte súbita, como taquicardias complexas e fibrilação ventricular, frequentemente exigem afastamento definitivo das atividades profissionais, especialmente quando não controladas adequadamente por tratamento clínico ou dispositivos.

Doenças vasculares e circulatórias graves

Doenças circulatórias como:

  • Tromboses recorrentes

  • Insuficiência vascular crônica grave

  • Doenças arteriais periféricas avançadas

Podem causar dor intensa, limitação de locomoção e risco de complicações severas, justificando a Aposentadoria por Invalidez. 

Requisitos necessários para o Benefício por Incapacidade Permanente 

Para a concessão da aposentadoria por invalidez, o segurado deve manter a qualidade de segurado do INSS e, em regra, cumprir a carência mínima de doze contribuições mensais.

Além disso, é indispensável a comprovação da incapacidade total e permanente para o trabalho, avaliada por meio de perícia médica previdenciária.

Existem situações específicas em que a carência pode ser dispensada, conforme previsto na legislação previdenciária, o que deve ser analisado cuidadosamente em cada caso concreto.

Documentos necessários para comprovar a incapacidade

A documentação médica é fundamental nos casos de doenças cardíacas e circulatórias.

Devem ser apresentados:

  • Laudos detalhados do cardiologista ou do médico assistente

  • Exames como ecocardiograma, cateterismo, teste ergométrico, ressonância, relatórios de internações, receitas e histórico completo de tratamentos realizados.

Também é importante apresentar documentos que comprovem a atividade profissional exercida, pois eles ajudam a demonstrar que a doença impede o desempenho de qualquer função compatível com a experiência do segurado.

Valor do Benefício por Incapacidade Permanente 

O valor do benefício depende do histórico contributivo do segurado e das regras aplicáveis no momento da concessão.

Após a Reforma da Previdência, o cálculo passou a considerar a média dos salários de contribuição, com percentuais que variam conforme a origem da incapacidade.

Quando a incapacidade decorre de acidente de trabalho, doença profissional ou doença do trabalho, o benefício pode ser concedido com valor integral.

Cada situação deve ser analisada individualmente, pois pequenos detalhes podem impactar significativamente o valor final.

A importância de contar com um Advogado Previdenciário

Nos casos de doenças cardíacas e circulatórias, contar com um advogado previdenciário é essencial.

Mesmo diante de doenças graves, o INSS frequentemente nega pedidos sob o argumento de capacidade residual ou possibilidade de reabilitação.

O Advogado Previdenciário orienta sobre a documentação adequada, prepara o segurado para a perícia médica, acompanha o processo administrativo e, se necessário, busca o reconhecimento do direito na via judicial.

Em muitos casos, é a atuação técnica e estratégica do advogado que garante o acesso ao benefício e a proteção financeira necessária em um momento de extrema vulnerabilidade.

 

 

  1. Doenças psiquiátricas e incapacitantes.

As doenças psiquiátricas incapacitantes ainda são cercadas por preconceito e desinformação, inclusive no âmbito previdenciário.

Mas, tem uma coisa que você precisa saber.

A legislação previdenciária protege o segurado sempre que uma doença, física ou mental, o impede de exercer qualquer atividade profissional de forma definitiva.

Por que as doenças psiquiátricas incapacitantes podem gerar Aposentadoria por Invalidez?

As doenças psiquiátricas incapacitantes comprometem diretamente funções essenciais para o trabalho, como:

  • Concentração

  • Memória

  • Raciocínio

  • Controle emocional

  • Interação social

  • Tomada de decisões

Em quadros graves, o segurado não consegue manter uma rotina, cumprir horários, lidar com pressão ou sequer permanecer em ambientes profissionais.

Além disso, muitos transtornos mentais têm caráter crônico ou recorrente, com períodos de agravamento intenso, internações e necessidade de uso contínuo de medicamentos fortes.

Quando, mesmo após tratamentos adequados, não há recuperação da capacidade laboral ou possibilidade de reabilitação para outra atividade, a incapacidade passa a ser considerada total e permanente.

Principais doenças psiquiátricas incapacitantes que podem dar direito à Aposentadoria por Invalidez

Depressão grave e recorrente

A depressão em grau severo vai muito além de tristeza passageira.

Ela pode causar isolamento social, perda total de energia, ideação suicida, dificuldade extrema de concentração e incapacidade de realizar tarefas simples.

Quando o quadro é resistente ao tratamento e impede de forma definitiva o trabalho, o direito à aposentadoria por invalidez pode ser reconhecido.

Transtorno bipolar

O transtorno bipolar, especialmente em formas graves, provoca oscilações intensas de humor, com episódios depressivos profundos e fases de mania ou hipomania.

Essas variações comprometem completamente a estabilidade emocional e a capacidade de manter vínculo profissional, justificando a incapacidade permanente em muitos casos.

Esquizofrenia e outros transtornos psicóticos

A esquizofrenia e outros transtornos psicóticos graves afetam a percepção da realidade, o pensamento e o comportamento.

Delírios, alucinações e desorganização mental tornam inviável o exercício de qualquer atividade laboral, sobretudo quando o quadro é crônico e com resposta limitada ao tratamento.

Transtornos de ansiedade graves

Transtornos de ansiedade em grau severo, como transtorno do pânico incapacitante, fobia social extrema e transtorno de ansiedade generalizada grave, podem impedir o segurado de sair de casa, manter contato social ou enfrentar ambientes de trabalho, caracterizando incapacidade permanente em situações específicas.

Transtornos mentais associados ao trabalho

Síndrome de burnout em estágio avançado, transtornos depressivos ou ansiosos relacionados ao ambiente profissional e quadros de estresse pós-traumático podem gerar incapacidade definitiva, especialmente quando há agravamento contínuo e ausência de melhora mesmo após afastamentos e tratamentos prolongados.

Requisitos necessários para a aposentadoria por incapacidade permanente

Para a concessão da aposentadoria por invalidez, é necessário que o segurado mantenha a qualidade de segurado do INSS e, em regra, tenha cumprido a carência mínima de doze contribuições mensais.

Além disso, é indispensável a comprovação da incapacidade total e permanente para o trabalho, avaliada por meio de perícia médica previdenciária.

Em determinadas situações previstas em lei, a carência pode ser dispensada, o que deve ser analisado caso a caso, especialmente em quadros graves ou decorrentes de situações específicas.

Documentos necessários para comprovar a incapacidade psiquiátrica

A prova da incapacidade em doenças psiquiátricas exige atenção redobrada.

São fundamentais:

  • Laudos médicos detalhados emitidos por psiquiatra

  • Relatórios clínicos atualizados

  • Prontuários de internações

  • Receitas de medicamentos

  • Histórico de tratamentos

  • Acompanhamentos psicológicos

Também é importante apresentar documentos que comprovem afastamentos anteriores do trabalho, concessões de benefícios por incapacidade temporária e registros que demonstrem a impossibilidade de retorno às atividades profissionais.

Valor do Benefício por Incapacidade Permanente

O valor do benefício depende do histórico contributivo do segurado e das regras vigentes no momento da concessão.

Após a Reforma da Previdência, o cálculo passou a considerar a média dos salários de contribuição, com percentuais que variam conforme a origem da incapacidade.

Nos casos em que a incapacidade decorre de acidente de trabalho, doença profissional ou doença do trabalho, o valor do benefício pode ser integral.

Cada situação deve ser analisada individualmente, pois o cálculo envolve detalhes técnicos que impactam diretamente o valor final.

Por isso, é crucial contar com o auxílio de um Advogado Previdenciário.

A importância de contar com um Advogado Previdenciário

Nos casos de doenças psiquiátricas incapacitantes, o auxílio de um Advogado Previdenciário é ainda mais importante.

O INSS costuma ser rigoroso na análise desses pedidos, muitas vezes minimizando a gravidade do quadro ou alegando possibilidade de reabilitação.

O Advogado Previdenciário orienta sobre a documentação adequada, auxilia na organização dos laudos médicos, prepara o segurado para a perícia e, quando necessário, busca o reconhecimento do direito na via judicial.

Em muitos casos, é o acompanhamento jurídico que garante que a incapacidade seja corretamente avaliada e que o segurado tenha acesso ao benefício necessário para preservar sua dignidade e subsistência.

 

 

  1. Doenças oncológicas.

As doenças oncológicas representam uma das situações mais delicadas para o trabalhador.

O câncer, especialmente em estágios avançados ou com sequelas significativas decorrentes do tratamento, pode comprometer totalmente a capacidade de exercer qualquer atividade profissional.

Muitos segurados desconhecem que, nesses casos, a legislação previdenciária garante o direito à aposentadoria por incapacidade permanente, popularmente conhecida como aposentadoria por invalidez.

Por que as doenças oncológicas podem gerar Aposentadoria por Invalidez?

As doenças oncológicas podem causar incapacidade permanente de diversas formas.

O próprio tumor pode gerar limitações físicas, dores intensas e perda de função de órgãos essenciais.

Além disso, o tratamento oncológico, que inclui quimioterapia, radioterapia e cirurgias, frequentemente provoca efeitos colaterais graves, como:

  • Fadiga intensa

  • Imunossupressão

  • Perda de mobilidade e alterações cognitivas, impedindo o exercício de atividades laborais

Em casos em que a doença progride, apresenta metástases ou gera sequelas irreversíveis, a incapacidade é considerada total e permanente, justificando a concessão do benefício previdenciário.

Principais doenças oncológicas que podem dar direito à aposentadoria por invalidez

Câncer de mama em estágio avançado

O câncer de mama, quando detectado em estágio avançado ou com sequelas pós-cirúrgicas, pode impedir o retorno ao trabalho, especialmente em atividades que exigem esforço físico ou movimento contínuo dos braços.

Câncer de pulmão e vias respiratórias

Os tumores pulmonares e de vias respiratórias podem comprometer a capacidade respiratória, gerando fadiga intensa e dificuldade para atividades físicas, tornando o trabalho inviável.

Câncer de intestino, estômago e fígado

Esses tipos de câncer podem causar sintomas graves, perda de peso, anemia e fadiga extrema, limitando a capacidade de realizar qualquer atividade profissional.

Leucemias e linfomas

As doenças hematológicas, como leucemias e linfomas, costumam demandar tratamentos agressivos e prolongados, que prejudicam significativamente a resistência física e imunológica, caracterizando incapacidade permanente em muitos casos.

Outros cânceres avançados ou com sequelas irreversíveis

Qualquer neoplasia avançada, metastática ou com sequelas irreversíveis que impeça o retorno ao trabalho, inclusive em funções adaptadas, pode fundamentar a aposentadoria por invalidez.

Requisitos necessários para o Benefício por Incapacidade Permanente

Para solicitar o benefício, é necessário cumprir alguns requisitos:

  • Qualidade de segurado: estar contribuindo para o INSS ou estar dentro do período de graça.

  • Carência mínima: em regra, doze contribuições mensais, salvo casos de doenças graves listadas na lei, em que a carência é dispensada.

  • Comprovação da incapacidade: a incapacidade deve ser total e permanente, avaliada por perícia médica do INSS.

Nos casos de câncer, a carência é dispensada por se tratar de doença grave prevista em lei, o que facilita a concessão do benefício.

Documentos necessários para comprovar a incapacidade

A documentação adequada é essencial. Entre os principais documentos estão:

  • Laudos médicos detalhados, emitidos pelo oncologista e equipe de tratamento

  • Exames complementares, como tomografia, ressonância, PET-Scan, biópsias e exames laboratoriais

  • Prontuários médicos, histórico de internações e tratamentos realizados

  • Receitas médicas e registro de medicação utilizada

  • Documentos que comprovem a atividade profissional exercida, demonstrando a incompatibilidade entre a doença e o trabalho

Valor do Benefício por Incapacidade Permanente

O valor do benefício depende do histórico contributivo do segurado e das regras vigentes no momento da concessão.

Após a Reforma da Previdência, o cálculo passou a considerar a média dos salários de contribuição.

Quando a incapacidade decorre de doença grave, como câncer, a carência é dispensada, e em alguns casos o valor do benefício pode corresponder a 100% da média salarial.

Cada situação deve ser analisada individualmente, pois detalhes técnicos podem impactar significativamente o valor final.

A importância de contar com um Advogado Previdenciário

Nos casos de doenças oncológicas, a atuação de um Advogado Previdenciário é fundamental.

Apesar da gravidade da doença, o INSS muitas vezes questiona a incapacidade, alegando possibilidade de retorno ao trabalho ou incapacidade parcial.

O Advogado Previdenciário orienta sobre a documentação adequada, organiza laudos e exames, prepara o segurado para a perícia médica e, se necessário, busca o reconhecimento do direito na via judicial.

Com a orientação correta, o segurado garante a proteção financeira e a tranquilidade necessárias em um momento de vulnerabilidade e fragilidade.

 

 

  1. Doenças infectocontagiosas e sistêmicas graves. 

As doenças infectocontagiosas e sistêmicas graves representam uma importante categoria de enfermidades que podem gerar incapacidade total e permanente para o trabalho.

Muitos segurados desconhecem que essas condições, devido à sua gravidade ou à necessidade de tratamentos contínuos e intensivos, podem garantir o direito à aposentadoria por incapacidade permanente, conhecida popularmente como aposentadoria por invalidez.

Por que doenças infectocontagiosas e sistêmicas graves podem gerar Aposentadoria por Invalidez?

Essas doenças afetam funções essenciais do corpo e podem comprometer de maneira significativa a saúde física e a capacidade de trabalho. 

Muitas vezes, elas exigem tratamento prolongado, hospitalizações frequentes, uso de medicamentos imunossupressores ou terapias complexas, o que limita severamente a rotina do trabalhador.

Quando a doença provoca sintomas incapacitantes ou risco constante à vida, e não existe possibilidade de reabilitação para outra função, o INSS reconhece a incapacidade como total e permanente, possibilitando a concessão da aposentadoria por invalidez.

Principais doenças infectocontagiosas e sistêmicas que podem dar direito à Aposentadoria por Invalidez

HIV em estágio avançado

O HIV, quando não controlado ou quando evolui para estágios graves com doenças oportunistas, pode comprometer seriamente o sistema imunológico e a resistência física do trabalhador, impedindo o desempenho de qualquer atividade laboral.

Tuberculose resistente ou extrapulmonar

A tuberculose em formas resistentes ou com comprometimento extrapulmonar pode exigir tratamentos longos, hospitalizações e afastamento constante do trabalho, gerando incapacidade permanente quando não há recuperação completa.

Hepatites virais crônicas

Hepatites B e C, quando evoluem para cirrose avançada ou insuficiência hepática, podem provocar fadiga intensa, complicações clínicas graves e limitações severas, tornando inviável qualquer atividade profissional.

Doenças renais crônicas graves

A insuficiência renal crônica, especialmente em pacientes que dependem de hemodiálise, reduz drasticamente a resistência física e a capacidade funcional, caracterizando incapacidade total e permanente para o trabalho.

Outras doenças sistêmicas graves

Doenças autoimunes graves, como:

  • Lúpus eritematoso sistêmico com acometimento multiorgânico

  • Esclerose sistêmica avançada

  • Doenças inflamatórias intestinais graves

Podem gerar limitações permanentes que impedem o exercício de qualquer atividade profissional.

Requisitos necessários para a aposentadoria por incapacidade permanente

Para a concessão do benefício, o segurado precisa:

  • Manter a qualidade de segurado: estar contribuindo para o INSS ou dentro do período de graça

  • Cumprir a carência mínima: geralmente doze contribuições mensais, salvo casos de doenças graves listadas em lei, como o HIV ou insuficiência renal, em que a carência é dispensada

  • Comprovar a incapacidade total e permanente: a incapacidade deve ser avaliada por perícia médica do INSS

Em casos de doenças graves previstas em lei, a carência não é exigida, o que facilita o reconhecimento do direito.

Documentos necessários para comprovar a incapacidade

A documentação adequada é essencial para fundamentar o pedido:

  • Laudos médicos detalhados emitidos por especialistas.

  • Exames laboratoriais e de imagem que comprovem a gravidade da doença.

  • Prontuários médicos e relatórios de internações.

  • Receitas e registro de medicamentos utilizados, especialmente os de uso contínuo e específicos.

  • Documentos que comprovem a atividade profissional exercida e a impossibilidade de retorno ao trabalho.

Valor do Benefício por Incapacidade Permanente

O valor do benefício depende do histórico de contribuições do segurado e das regras vigentes no momento da concessão.

Após a Reforma da Previdência, o cálculo considera a média dos salários de contribuição.

Nos casos de doenças graves, a carência é dispensada, e o valor do benefício pode corresponder a 100% da média salarial.

Cada situação deve ser analisada individualmente, pois detalhes técnicos podem impactar diretamente o valor final recebido pelo segurado.

A importância de contar com um Advogado Previdenciário

Nos casos de doenças infectocontagiosas e sistêmicas graves, a atuação de um Advogado Previdenciário é fundamental.

Mesmo diante de doenças graves, o INSS pode negar o pedido alegando capacidade residual ou possibilidade de reabilitação.

O Advogado Previdenciário orienta sobre a documentação correta, organiza laudos e exames, prepara o segurado para a perícia médica e, se necessário, busca o reconhecimento do direito na via judicial.

Com a orientação adequada, o segurado tem maior segurança de que seu direito será efetivamente reconhecido, garantindo proteção financeira e dignidade em momentos de fragilidade extrema.

 

 


Conclusão

Você chegou ao fim deste post e viu quais são as principais doenças que podem dar direito ao Benefício por Incapacidade Permanente (Aposentadoria por Invalidez).

E que o direito à aposentadoria por invalidez não depende apenas do diagnóstico, mas sim da comprovação de que a doença impede de forma definitiva o exercício de qualquer atividade laboral.

Felizmente, agora você já sabe 6 Doenças que dão direito a Aposentadoria por Invalidez.

Afinal, como Advogado Previdenciário, só aqui eu mostrei:

  • Doenças neurológicas graves

  • Doenças ortopédicas e da coluna vertebral

  • Doenças cardíacas e circulatórias

  • Doenças psiquiátricas incapacitantes

  • Doenças oncológicas

  • Doenças infectocontagiosas e sistêmicas graves

Ter conhecimento sobre quais condições são reconhecidas pela legislação previdenciária permite que o segurado busque seus direitos de forma consciente, evitando perdas financeiras e garantindo segurança para si e para sua família.

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Nova Avaliação Biopsicossocial em 2026: O que muda para os Benefícios do INSS?

Governo publica novas regras para reduzir filas do INSS: Saiba quais. 

Conhecer as doenças que podem gerar aposentadoria por invalidez e contar com orientação especializada é o passo mais importante para assegurar que você ou seus familiares tenham acesso ao benefício que a lei garante.

Estamos aqui para ajudar.

Até o próximo conteúdo. 


Reajuste do INSS em 2026: Como fica o valor das Aposentadorias?

O reajuste anual dos benefícios do INSS é uma das maiores preocupações de aposentados e pensionistas, especialmente diante do aumento do custo de vida e das constantes mudanças nas regras previdenciárias.

Com a chegada de 2026, muitas dúvidas surgem, afinal, com o reajuste do INSS em 2026 como fica o valor das Aposentadorias?

A resposta para essa e outras dúvidas, você encontra nesse post que preparei especialmente para você!

Como Advogado Previdenciário, eu explico tudo sobre Reajuste do INSS em 2026: Como fica o valor das Aposentadorias.

Dá só uma olhada:

  1. Reajuste do INSS em 2026: O que a Lei prevê?

  2. Como é calculado o reajuste do INSS em 2026?

  3. Quando o reajuste passa a valer em 2026?

  4. Como será o reajuste do INSS em 2026 na prática?

  5. Possíveis erros no reajuste do INSS.

Então, agora, vamos ao que interessa?

 

Qual é a finalidade do reajuste do INSS?

O reajuste anual tem como objetivo preservar o valor real das aposentadorias e pensões ao longo do tempo.

Em outras palavras, a lei busca evitar que a inflação reduza o poder de compra do benefício previdenciário.

É importante destacar que o reajuste não tem, como regra, a finalidade de gerar ganho real para todos os segurados, mas sim de recompor perdas inflacionárias, respeitando critérios distintos para quem recebe o salário mínimo e para quem recebe acima do piso.

 

 

  1. Reajuste do INSS em 2026: O que a Lei prevê?

Quando falamos em reajuste do INSS, é importante deixar claro que não se trata de um aumento concedido por liberalidade do governo, mas de um direito garantido por lei.

O objetivo do reajuste anual é evitar que aposentadorias e pensões percam valor ao longo do tempo em razão da inflação, preservando, dentro dos limites legais, o poder de compra dos beneficiários.

Em 2026, o reajuste seguirá as regras já previstas na legislação previdenciária e constitucional, respeitando a forma de cálculo específica para cada tipo de benefício.

Qual é a base legal do reajuste do INSS?

Previsão na Constituição Federal

A Constituição Federal garante que os benefícios da Previdência Social tenham reajustes periódicos para preservar o valor real dos benefícios.

Esse princípio protege aposentados e pensionistas contra a corrosão inflacionária e serve como fundamento para todas as normas infraconstitucionais sobre o tema.

Legislação previdenciária aplicável

A Lei nº 8.213/1991, que rege os benefícios do INSS, determina que os valores das aposentadorias e pensões sejam reajustados anualmente, de acordo com índices definidos em norma específica.

Esses índices variam conforme o valor do benefício e sua vinculação ao salário mínimo.

Alerta!

Entender como esse cálculo é feito é essencial para que aposentados e pensionistas saibam exatamente por que o benefício aumentou, quanto aumentou e se o valor aplicado está correto.

 

  1. Como é calculado o reajuste do INSS em 2026?

O reajuste do INSS em 2026 segue critérios legais bem definidos e não depende de escolha individual do INSS ou de solicitação do aposentado.

Quais índices são utilizados no reajuste do INSS?

O papel do INPC no cálculo do reajuste

Para os benefícios acima do salário mínimo, o índice utilizado no cálculo do reajuste é o INPC, Índice Nacional de Preços ao Consumidor.

Esse índice mede a variação do custo de vida das famílias com renda mais baixa e é considerado o mais adequado para refletir o impacto da inflação sobre aposentados e pensionistas.

O INPC acumulado ao longo do ano anterior é aplicado sobre o valor do benefício para determinar o novo valor a partir de janeiro de 2026.

Reajuste vinculado ao salário mínimo

Para quem recebe exatamente um salário mínimo, o cálculo do reajuste segue a política de valorização do piso nacional.

Nesse caso, o benefício é automaticamente ajustado para acompanhar o novo valor do salário mínimo fixado para 2026.

O cálculo do salário mínimo considera, no mínimo, a reposição da inflação medida pelo INPC, podendo haver aumento real conforme previsão legal relacionada ao crescimento econômico.

Como é feito o cálculo do reajuste do INSS na prática?

Cálculo para benefícios acima do salário mínimo

O cálculo é relativamente simples do ponto de vista matemático, mas juridicamente relevante.

O INSS aplica o percentual correspondente ao INPC acumulado sobre o valor bruto do benefício recebido até dezembro do ano anterior.

Por exemplo, se o aposentado recebe determinado valor acima do salário mínimo, o índice inflacionário acumulado é aplicado diretamente sobre esse montante, resultando no novo valor mensal a partir do reajuste de 2026.

É importante lembrar que o reajuste incide sobre o valor do benefício já concedido, e não sobre o salário de contribuição ou sobre valores antigos.

Cálculo para benefícios no valor do salário mínimo

Nesse caso, não há aplicação direta de índice percentual pelo segurado.

O benefício simplesmente passa a corresponder ao novo salário mínimo vigente em 2026.

Assim que o piso nacional é reajustado por decreto, o INSS atualiza automaticamente o valor das aposentadorias e pensões vinculadas a ele.

Dica de Advogado Previdenciário

Contar com um Advogado Previdenciário é essencial para compreender como o reajuste do INSS em 2026 foi calculado no seu caso específico.

O profissional pode analisar o histórico do benefício, verificar se o índice foi corretamente aplicado e identificar se há direito a revisão ou diferenças a receber.

A aposentadoria e a pensão são, para a maioria das pessoas, a principal fonte de renda.

Ter orientação jurídica especializada garante segurança, evita prejuízos financeiros e assegura que o valor recebido esteja em conformidade com o que a lei previdenciária determina.

 

 

  1. Quando o reajuste do INSS passa a valer em 2026?

Essa é uma das dúvidas mais comuns entre aposentados e pensionistas no início de cada ano.

Muitos sabem que o reajuste do INSS ocorre anualmente, mas não entendem exatamente quando ele passa a valer e, principalmente, quando o valor reajustado começa a ser efetivamente pago na conta.

Como Advogado Previdenciário, eu sempre explico que existe uma diferença importante entre a data em que o reajuste entra em vigor e a data em que o aposentado ou pensionista recebe o pagamento com o novo valor.

Quando o reajuste do INSS em 2026 começa a valer?

Vigência do reajuste a partir de janeiro

Do ponto de vista legal, o reajuste do INSS em 2026 começa a valer a partir de 1º de janeiro de 2026.

Isso significa que, desde o primeiro dia do ano, o benefício já está juridicamente reajustado, seja pelo novo valor do salário mínimo, seja pelo índice inflacionário aplicado aos benefícios acima do piso.

Portanto, o aposentado ou pensionista já tem direito ao valor corrigido desde janeiro, ainda que não o receba imediatamente nos primeiros dias do mês.

Quando o reajuste do INSS começa a ser pago na prática?

Calendário de pagamentos do INSS

O pagamento do benefício reajustado não ocorre no dia 1º de janeiro.

O INSS segue um calendário anual de pagamentos, organizado conforme o número final do benefício, sem considerar o dígito verificador.

Na prática, os valores reajustados começam a ser pagos a partir do final de janeiro de 2026, estendendo-se até o início de fevereiro, dependendo do número final do benefício e do valor recebido.

Diferença entre benefícios até um salário mínimo e acima do piso

Os beneficiários que recebem até um salário mínimo costumam receber primeiro, conforme o calendário oficial.

Já os aposentados e pensionistas que recebem acima do salário mínimo, normalmente, recebem o pagamento alguns dias depois, mas ainda dentro do mesmo período.

Essa diferença no calendário é normal e não significa atraso ou erro no pagamento.

O reajuste vem com valores retroativos

Direito ao valor integral reajustado

Mesmo que o pagamento ocorra no final de janeiro ou início de fevereiro, o valor depositado já inclui o reajuste integral referente ao mês de janeiro de 2026.

Não há perda de valores ou necessidade de pagamento complementar.

O segurado não precisa fazer nenhum pedido para receber o reajuste, pois ele é aplicado automaticamente pelo INSS.

 

Tudo bem até aqui?


  1. Como será o reajuste do INSS em 2026 na prática?

Quando falamos em reajuste do INSS em 2026, muitos aposentados e pensionistas sabem que haverá atualização dos valores, mas não entendem como isso se aplica a cada tipo de benefício na prática.

Veja como o reajuste do INSS em 2026 será aplicado em cada um dos principais benefícios previdenciários.

Reajuste das aposentadorias do INSS em 2026

Aposentadoria por idade

A aposentadoria por idade segue a regra geral do reajuste anual.

Se o valor do benefício for de um salário mínimo, ele será automaticamente atualizado para o novo piso nacional vigente em 2026.

Caso o valor seja superior ao salário mínimo, o reajuste será feito com base no índice oficial de inflação, normalmente o INPC acumulado do ano anterior.

Na prática, isso significa apenas a recomposição inflacionária, sem aumento real.

Aposentadoria por tempo de contribuição

Embora essa modalidade não seja mais concedida para novos segurados, muitos aposentados ainda recebem esse benefício.

O reajuste em 2026 segue exatamente a mesma lógica.

Benefícios no valor do salário mínimo acompanham o novo piso nacional. Benefícios acima do mínimo são reajustados pelo índice inflacionário definido em lei.

Aposentadoria especial

A aposentadoria especial também passa pelo reajuste anual nos mesmos moldes das demais aposentadorias.

Não há percentual diferenciado por se tratar de atividade especial.

Na prática, o que importa para o reajuste é o valor do benefício.

Se for o piso, segue o salário mínimo. Se for acima, aplica-se o índice inflacionário.

Aposentadoria por incapacidade permanente

A antiga aposentadoria por invalidez, hoje chamada de aposentadoria por incapacidade permanente, também é reajustada anualmente.

O reajuste segue as mesmas regras gerais.

O benefício não sofre alteração no critério de incapacidade, apenas atualização monetária do valor mensal conforme o piso nacional ou o índice de inflação.

Reajuste da pensão por morte em 2026

Pensão por morte no valor do salário mínimo

Quando a pensão por morte é paga no valor de um salário mínimo, o reajuste ocorre automaticamente com a atualização do piso nacional em 2026.

O pensionista passa a receber exatamente o novo valor do salário mínimo, sem necessidade de solicitação ao INSS.

Pensão por morte acima do salário mínimo

Nos casos em que a pensão tem valor superior ao piso, o reajuste será feito com base no índice inflacionário aplicável aos benefícios previdenciários.

Na prática, o pensionista percebe um aumento percentual menor do que aquele aplicado ao salário mínimo, o que costuma gerar dúvidas e questionamentos.

Reajuste do auxílio-acidente em 2026

O auxílio-acidente é um benefício indenizatório pago mensalmente ao segurado.

Seu reajuste também ocorre anualmente, seguindo o mesmo critério dos demais benefícios previdenciários.

Se o valor for de um salário mínimo, acompanha o piso.

Se for superior, aplica-se o índice de inflação.

O reajuste não altera o caráter indenizatório do benefício, apenas atualiza o valor pago.

Reajuste do Benefício de Prestação Continuada em 2026

Embora não seja um benefício previdenciário, muitos beneficiários confundem o BPC com aposentadoria.

O Benefício de Prestação Continuada é sempre pago no valor de um salário mínimo.

Na prática, isso significa que o reajuste do BPC em 2026 corresponde exatamente ao novo valor do salário mínimo, sem aplicação de índice inflacionário específico.

Situações especiais no reajuste de 2026

Benefícios concedidos recentemente

Quem começou a receber aposentadoria ou pensão ao longo de 2025 pode ter reajuste proporcional em 2026.

Isso ocorre porque o INSS considera o tempo de manutenção do benefício no ano anterior para aplicar o índice.

Esse é um ponto que costuma gerar dúvidas e merece análise individual.

Benefícios com erro no valor original

O reajuste anual não corrige erros no cálculo do benefício.

Se a aposentadoria ou pensão foi concedida com valor inferior ao devido, o reajuste de 2026 apenas atualiza um valor que já está errado, ampliando o prejuízo ao longo do tempo.

A importância do Advogado Previdenciário no reajuste do INSS

Contar com um Advogado Previdenciário é essencial para entender como o reajuste do INSS em 2026 se aplica ao seu benefício específico.

O profissional pode analisar o tipo de benefício, o valor recebido, o índice aplicado e verificar se o reajuste ocorreu de forma correta.

Além disso, o Advogado Previdenciário pode identificar situações em que há direito a revisão, diferenças a receber ou correções no cálculo original.

A aposentadoria e a pensão são direitos fundamentais e, para muitos, a única fonte de renda.

Ter acompanhamento jurídico especializado garante segurança, evita prejuízos financeiros e assegura que o valor recebido esteja de acordo com a lei.

 


  1. Possíveis erros no reajuste do INSS em 2026. 

O reajuste do INSS é aplicado de forma automática, mas isso não significa que esteja livre de falhas.

Na prática profissional, é comum que aposentados e pensionistas procurem orientação jurídica ao perceberem que o valor do benefício não aumentou como esperado ou que houve diferença em relação a outros beneficiários.

Entender quais são os erros mais comuns é o primeiro passo para saber se o reajuste de 2026 foi corretamente aplicado.

Erros mais comuns no reajuste do INSS

Aplicação incorreta do índice de reajuste

Um dos erros mais frequentes ocorre quando o INSS aplica índice diverso daquele previsto em lei.

Benefícios acima do salário mínimo devem ser reajustados pelo índice inflacionário oficial, enquanto benefícios no valor do piso acompanham o salário mínimo.

Quando há confusão nessa aplicação, o valor final pode ficar menor do que o devido.

Reajuste aplicado sobre valor errado

O reajuste anual incide sobre o valor atual do benefício.

Se a aposentadoria ou pensão foi concedida com erro no cálculo original, salários de contribuição incorretos ou períodos não reconhecidos, o reajuste será feito sobre um valor menor do que o correto.

Esse é um erro silencioso, pois o segurado percebe o aumento, mas continua recebendo menos do que deveria.

Falhas em benefícios concedidos recentemente

Aposentadorias e pensões concedidas ao longo de 2025 podem sofrer reajuste proporcional em 2026.

O problema surge quando essa proporcionalidade é aplicada de forma incorreta, resultando em aumento menor do que o previsto ou até ausência de reajuste.

Desconsideração de revisões já reconhecidas

Em alguns casos, o segurado já teve direito à revisão do benefício reconhecido, administrativa ou judicialmente, mas o novo valor não foi corretamente considerado na base de cálculo do reajuste.

Quando isso ocorre, o reajuste de 2026 pode ser aplicado sobre um valor desatualizado.

Situações que geram dúvida entre aposentados e pensionistas

Diferença de reajuste entre beneficiários

É comum que aposentados comparem seus reajustes e estranhem percentuais diferentes.

Essa diferença, muitas vezes, é legal e decorre do valor do benefício e da regra aplicada.

No entanto, em outros casos, pode indicar erro na aplicação do reajuste.

Descontos que reduzem o valor líquido

Outro fator que gera confusão é o aumento de descontos, como imposto de renda ou contribuição para plano de saúde.

O valor bruto pode ter sido reajustado corretamente, mas o valor líquido recebido pode não refletir esse aumento.

Como saber se o reajuste do INSS em 2026 foi correto?

Análise do extrato de pagamento

O primeiro passo é analisar o extrato de pagamento do benefício.

É importante comparar o valor bruto recebido antes do reajuste, geralmente em dezembro, com o valor bruto pago após o reajuste de 2026.

Essa comparação permite verificar se houve aplicação de índice e se o percentual está compatível com a regra legal aplicável ao seu benefício.

Verificação do tipo de benefício e do valor base

É fundamental identificar se o benefício está no valor do salário mínimo ou acima do piso.

A partir disso, é possível saber qual regra de reajuste deveria ter sido aplicada.

Também é importante verificar se o valor base do benefício está correto, considerando o histórico de concessão e possíveis revisões.

Atenção aos reajustes proporcionais

Quem se aposentou ou passou a receber pensão recentemente deve conferir se o reajuste proporcional foi corretamente calculado. Erros nessa etapa são mais comuns do que se imagina.

Quando procurar um Advogado Previdenciário?

Sempre que houver dúvida sobre o valor do reajuste, a orientação de um Advogado Previdenciário é essencial.

O profissional pode fazer uma análise técnica detalhada, verificar a legalidade do reajuste aplicado em 2026 e identificar se há direito a correção, revisão ou pagamento de diferenças.

A aposentadoria e a pensão são direitos que garantem a subsistência do segurado e de sua família.

Ter acompanhamento jurídico especializado é a forma mais segura de assegurar que o reajuste do INSS em 2026 foi corretamente aplicado e que nenhum direito previdenciário seja perdido.

 

 

 

Conclusão

Você chegou ao fim deste post, o reajuste do INSS em 2026 não ocorre de forma aleatória, nem é igual para todos os aposentados e pensionistas.

Ele segue critérios legais bem definidos, que variam conforme o valor do benefício e o tipo de vinculação, especialmente em relação ao salário mínimo.

Para quem recebe o piso do INSS, o reajuste acompanha o novo valor do salário mínimo, garantindo atualização automática.

Já para quem recebe acima do mínimo, a correção tem como base o índice oficial de inflação, com o objetivo de recompor perdas, mas sem previsão de ganho real.

Felizmente, agora você já sabe Reajuste do INSS em 2026: Como fica o valor das Aposentadorias.

Afinal, como Advogado Previdenciário, só aqui eu mostrei:

  • Reajuste do INSS em 2026: O que a Lei prevê

  • Como é calculado o reajuste do INSS em 2026

  • Quando o reajuste passa a valer em 2026

  • Como será o reajuste do INSS em 2026 na prática

  • Possíveis erros no reajuste do INSS

É fundamental que aposentados e pensionistas acompanhem de perto o valor do benefício após o reajuste de 2026.

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Ter orientação jurídica adequada é a melhor forma de garantir que o valor recebido esteja de acordo com o que a lei prevê e que nenhum direito seja deixado para trás.

Estamos aqui para ajudar.

Até o próximo conteúdo. 


Nova avaliação Biopsicossocial em 2026: O que muda para os Benefícios do INSS?

A avaliação biopsicossocial é um tema que, embora impacte diretamente a vida de milhares de segurados do INSS, ainda gera muitas dúvidas.

Grande parte dos beneficiários não sabe exatamente o que esse tipo de avaliação significa, quando ela é aplicada e, principalmente, como pode influenciar a concessão, a manutenção ou a revisão de benefícios previdenciários e assistenciais.

Com as mudanças previstas para 2026, compreender esse assunto deixa de ser apenas importante e passa a ser essencial para quem depende ou pretende depender da proteção da Previdência Social.

Pensando nisso, preparei esse post especialmente para você!

Como Advogado Previdenciário, eu explico tudo sobre Nova avaliação Biopsicossocial em 2026: O que muda para os Benefícios do INSS.  

Dá só uma olhada:

  1. O que é a avaliação biopsicossocial no INSS?

  2. Quais benefícios do INSS utilizam a Avaliação Biopsicossocial?

  3. Principais mudanças na Avaliação Biopsicossocial em 2026.

  4. Nova Avaliação Biopsicossocial em 2026: O que muda na prática?

  5. Importância de contar com um Advogado Previdenciário na Avaliação Biopsicossocial em 2026.

Então, agora, vamos ao que interessa?

 

Avaliação biopsicossocial em 2026

A nova avaliação biopsicossocial representa uma mudança significativa na forma como o INSS analisa os pedidos de benefícios.

Embora traga uma visão mais humana e completa do segurado, também exige maior preparo, informação e estratégia.

Entender o que muda em 2026 é fundamental para evitar prejuízos e garantir que os direitos previdenciários sejam respeitados.

O acompanhamento de Advogado Previdenciário é o caminho mais seguro para enfrentar esse novo cenário com tranquilidade e segurança jurídica.

 

 

  1. O que é a Avaliação Biopsicossocial no INSS?

Antes de tudo, é preciso entender direitinho o que é a Avaliação Biopsicossocial no INSS.

A avaliação biopsicossocial é um instrumento utilizado pelo INSS para analisar a situação do segurado de forma ampla, indo além da simples constatação de uma doença ou diagnóstico médico.

 Diferentemente da perícia tradicional, que se limita a verificar a existência de incapacidade sob o ponto de vista clínico, a avaliação biopsicossocial busca compreender como a condição de saúde impacta, de maneira concreta, a vida do beneficiário em seus aspectos físicos, psicológicos e sociais.

Na prática, isso significa que o INSS passa a observar o segurado como um todo, considerando não apenas a patologia, mas também suas consequências no dia a dia, na autonomia pessoal, na capacidade de trabalho e na inserção social.

 

 

  1. Quais benefícios utilizam a Avaliação Biopsicossocial?

A avaliação biopsicossocial é aplicada pelo INSS nos benefícios em que não basta comprovar apenas a existência de uma doença.

Nesses casos, a Lei exige uma análise mais ampla, capaz de verificar como a condição de saúde, em conjunto com fatores psicológicos e sociais, interfere efetivamente na vida do segurado.

Veja quais Benefícios utilizam a Avaliação Biopsicossocial:

Benefício de Prestação Continuada BPC LOAS

O Benefício de Prestação Continuada é o principal exemplo de benefício que utiliza obrigatoriamente a avaliação biopsicossocial.

BPC para pessoa com deficiência

No BPC destinado à pessoa com deficiência, a avaliação biopsicossocial é indispensável.

Não basta apresentar um diagnóstico médico.

O INSS precisa verificar se a pessoa possui impedimentos de longo prazo que, em interação com barreiras sociais, limitam sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

Nessa análise, são considerados aspectos como a condição de saúde, o impacto psicológico da deficiência e o contexto social em que o beneficiário vive.

A renda familiar também é analisada, mas o reconhecimento da deficiência depende diretamente do resultado da avaliação biopsicossocial.

Com as mudanças previstas para 2026, a tendência é que essa avaliação se torne ainda mais técnica e detalhada, exigindo documentação consistente e adequada.

Aposentadoria da Pessoa com Deficiência

A aposentadoria da pessoa com deficiência é outro benefício que utiliza a avaliação biopsicossocial como elemento central.

Aposentadoria por Idade da Pessoa com Deficiência

Na aposentadoria por idade da pessoa com deficiência, a avaliação biopsicossocial é utilizada para confirmar a existência da deficiência e identificar o grau, que pode ser leve, moderado ou grave.

Esse enquadramento é essencial para verificar se o segurado preenche os requisitos legais para a concessão do benefício.

Aposentadoria por Tempo de Contribuição da Pessoa com Deficiência

Na aposentadoria por tempo de contribuição da pessoa com deficiência, a avaliação biopsicossocial tem papel ainda mais relevante.

O grau da deficiência interfere diretamente no tempo de contribuição exigido.

Quanto mais grave a deficiência, menor o tempo necessário para se aposentar.

Por isso, uma avaliação mal conduzida ou uma documentação incompleta pode resultar em enquadramento incorreto, prejudicando o direito do segurado.

Benefícios por incapacidade e a avaliação biopsicossocial

Os benefícios por incapacidade tradicionalmente se baseiam na perícia médica.

No entanto, a avaliação biopsicossocial vem ganhando espaço, especialmente em casos mais complexos.

Benefício por incapacidade temporária: Auxílio- Doença 

No benefício por incapacidade temporária, a perícia médica continua sendo o principal critério.

Contudo, em situações em que fatores psicológicos e sociais agravam a incapacidade, a análise biopsicossocial pode influenciar a decisão, especialmente diante das mudanças previstas para 2026.

Casos envolvendo transtornos mentais, doenças crônicas e limitações funcionais associadas ao contexto social tendem a ser analisados de forma mais ampla.

Benefício por incapacidade permanente: Aposentadoria por Invalidez

Na aposentadoria por incapacidade permanente, a avaliação biopsicossocial pode ser utilizada para compreender se a incapacidade realmente impede o segurado de exercer qualquer atividade que lhe garanta subsistência, considerando não apenas a condição clínica, mas também idade, escolaridade, histórico profissional e possibilidade de reabilitação.

Reabilitação profissional e avaliação biopsicossocial

A avaliação biopsicossocial também é aplicada nos processos de reabilitação profissional.

Encaminhamento e acompanhamento do segurado

O INSS utiliza essa avaliação para verificar se o segurado possui condições de ser reabilitado para outra função compatível com suas limitações.

Aspectos psicológicos, sociais e educacionais são fundamentais nessa análise.

Em muitos casos, a avaliação define se o segurado será encaminhado à reabilitação ou se terá direito a um benefício por incapacidade de forma mais duradoura.

Revisões e reavaliações de benefícios

A avaliação biopsicossocial não se limita à concessão inicial do benefício.

Revisão de benefícios já concedidos

Benefícios concedidos com base em deficiência ou incapacidade podem ser revistos pelo INSS.

Nessas situações, a avaliação biopsicossocial é utilizada para verificar se houve alteração no quadro do segurado ou nas condições sociais que justificaram a concessão.

Alerta!!

Com as mudanças previstas para 2026, as revisões tendem a ser mais criteriosas, o que exige atenção redobrada dos beneficiários.

 

Pois bem. Feitos esses esclarecimentos…


  1. Principais mudanças na Avaliação Biopsicossocial em 2026.

A avaliação biopsicossocial passa a ocupar um papel central na análise dos benefícios do INSS a partir de 2026.

Embora esse modelo já exista e seja aplicado em alguns benefícios específicos, o que se observa é um avanço significativo na forma como o Instituto irá avaliar a incapacidade, a deficiência e a vulnerabilidade do segurado.

Para quem depende da Previdência Social, entender essas mudanças é fundamental para evitar indeferimentos, suspensões indevidas e prejuízos no reconhecimento de direitos.

Principais mudanças na avaliação biopsicossocial em 2026

As mudanças previstas impactam diretamente a forma como os benefícios serão analisados e concedidos.

Padronização mais rigorosa dos critérios de avaliação

Uma das principais mudanças é a padronização dos critérios utilizados pelo INSS.

Em 2026, a avaliação biopsicossocial tende a seguir instrumentos mais técnicos e uniformes, reduzindo decisões baseadas apenas na interpretação subjetiva do avaliador.

Para o segurado, isso significa que cada informação prestada e cada documento apresentado terão peso direto no resultado da avaliação.

Fortalecimento da análise social e psicológica

Até então, muitos processos se concentravam quase exclusivamente no laudo médico.

A partir de 2026, a análise social e psicológica passa a ter um peso muito maior.

Serão avaliados com mais profundidade fatores como:

  • Condições de moradia

  • Renda e composição familiar

  • Grau de escolaridade

  • Histórico profissional

  • Possibilidade real de inserção ou reinserção no mercado de trabalho

  • Impactos emocionais e psicológicos da condição de saúde

Esses elementos passam a influenciar diretamente a concessão e a manutenção dos benefícios.

Atuação mais estruturada de equipes multiprofissionais

Outra mudança relevante é a atuação mais efetiva de equipes multiprofissionais.

A avaliação não ficará restrita a um único profissional, especialmente nos casos de deficiência e incapacidade de longo prazo.

Isso torna o procedimento mais completo, mas também mais técnico, exigindo que o segurado esteja devidamente orientado e preparado.


  1. Nova Avaliação Biopsicossocial em 2026: O que muda na prática?

As alterações na avaliação biopsicossocial impactam diversos benefícios previdenciários e assistenciais.

O que muda para os Benefícios do INSS?

Benefício de Prestação Continuada BPC LOAS

No BPC, a avaliação biopsicossocial passa a ser ainda mais determinante.

Em 2026, o foco será identificar de forma precisa se a pessoa com deficiência possui impedimentos de longo prazo que, somados às barreiras sociais, limitam sua participação plena na sociedade.

A simples existência de uma doença não será suficiente.

O INSS exigirá demonstração clara do impacto social e funcional da deficiência.

Aposentadoria da Pessoa com Deficiência

Na aposentadoria da pessoa com deficiência, as mudanças impactam diretamente a definição do grau da deficiência.

Como esse grau interfere nos requisitos de idade e tempo de contribuição, uma avaliação mal conduzida pode atrasar ou até impedir a concessão do benefício.

A partir de 2026, essa definição tende a ser ainda mais criteriosa.

Benefícios por Incapacidade

Nos benefícios por incapacidade, como o auxílio por incapacidade temporária e a aposentadoria por incapacidade permanente, a perícia médica continua sendo importante, mas deixa de ser absoluta.

Aspectos como idade, escolaridade, histórico profissional e condições sociais passam a influenciar de forma mais clara a conclusão sobre a incapacidade e a possibilidade de reabilitação.

Revisões e reavaliações de benefícios

Outro ponto que merece atenção é a revisão de benefícios já concedidos.

Com critérios mais detalhados, o INSS pode convocar beneficiários para novas avaliações biopsicossociais.

Quem não estiver bem orientado corre o risco de ter o benefício suspenso ou cessado, mesmo mantendo as mesmas condições que deram origem à concessão.

O que muda para o segurado?

Para o beneficiário do INSS, as mudanças trazem tanto oportunidades quanto riscos.

Maior chance de reconhecimento do direito

Para quem realmente enfrenta limitações graves, a nova avaliação biopsicossocial pode representar uma análise mais justa e compatível com a realidade vivida.

Maior exigência na comprovação

Por outro lado, o nível de exigência aumenta.

Documentos genéricos, laudos incompletos ou ausência de provas sociais podem levar ao indeferimento do pedido.

Importância da estratégia desde o início

A forma como o pedido é feito, os documentos apresentados e a preparação para a avaliação passam a ser determinantes para o sucesso do processo.

Em Resumo

A nova avaliação biopsicossocial em 2026 representa uma mudança profunda na forma como o INSS analisa os benefícios.

Embora traga uma visão mais humana e completa do segurado, também impõe maior rigor e complexidade ao processo.

Para o beneficiário, compreender essas mudanças e contar com a orientação de um Advogado Previdenciário é essencial para garantir segurança jurídica e preservar seus direitos frente às novas exigências do INSS.

 

  1. Importância de contar com um Advogado Previdenciário na Avaliação Biopsicossocial em 2026. 

 

Com a implementação da nova avaliação biopsicossocial em 2026, a forma como o INSS analisa os benefícios passa por mudanças profundas.

O segurado deixa de ser avaliado apenas sob o ponto de vista médico e passa a ter sua realidade examinada de maneira mais ampla, considerando fatores biológicos, psicológicos e sociais.

Esse novo cenário torna o processo mais técnico e, ao mesmo tempo, mais complexo, o que reforça a importância de contar com um advogado previdenciário desde o início.

Falo aqui como advogado: a avaliação biopsicossocial pode ser uma grande aliada no reconhecimento de direitos, mas também pode se transformar em um obstáculo quando o segurado não está devidamente orientado.

Por que a avaliação biopsicossocial exige acompanhamento jurídico?

A avaliação biopsicossocial não se resume a uma simples perícia.

Ela envolve interpretação de normas, análise de documentos, compreensão de critérios técnicos e avaliação do impacto da condição de saúde na vida do segurado.

Avaliação técnica e critérios mais rigorosos

A partir de 2026, os critérios utilizados pelo INSS tendem a ser mais padronizados e rigorosos.

Isso significa que o resultado da avaliação dependerá diretamente da forma como as informações são apresentadas e comprovadas.

Sem orientação jurídica, o segurado pode deixar de apresentar elementos essenciais para o reconhecimento do seu direito.

Impacto direto na concessão e manutenção de benefícios

A avaliação biopsicossocial influencia diretamente a concessão, a manutenção e a revisão de diversos benefícios do INSS.

Um erro nessa etapa pode resultar em indeferimento, suspensão ou cessação do benefício.

O advogado previdenciário atua para minimizar esses riscos e garantir que o processo seja conduzido de forma segura.

Como o Advogado Previdenciário pode ajudar na nova avaliação biopsicossocial

A atuação do Advogado Previdenciário vai muito além de ingressar com um pedido ou ação judicial.

Análise correta do caso e do benefício adequado

O advogado avalia a situação concreta do segurado e identifica qual benefício é mais compatível com sua realidade.

Essa análise evita pedidos equivocados, que muitas vezes resultam em indeferimentos desnecessários.

Orientação na organização das provas

Na avaliação biopsicossocial, provas médicas, psicológicas e sociais precisam estar alinhadas.

O advogado orienta sobre quais documentos são relevantes, como laudos médicos detalhados, relatórios psicológicos, pareceres sociais e demais elementos que demonstrem o impacto da condição de saúde na vida do segurado.

Preparação do segurado para a avaliação

Muitos segurados não sabem como relatar suas limitações durante a avaliação.

O advogado explica como apresentar a realidade do dia a dia de forma clara e verdadeira, evitando omissões ou informações mal interpretadas.

Acompanhamento em revisões e reavaliações

Com as mudanças previstas para 2026, as revisões de benefícios tendem a ser mais frequentes e criteriosas.

O advogado acompanha o segurado nesses procedimentos, reduzindo o risco de cancelamentos indevidos.

Atuação administrativa e judicial

Caso o benefício seja negado ou suspenso injustamente, o advogado atua de forma técnica para contestar a decisão, seja na via administrativa, seja no Poder Judiciário.

Riscos de não contar com um Advogado Previdenciário

Ignorar a importância do acompanhamento jurídico pode trazer prejuízos significativos ao segurado.

Indeferimentos por falta de documentação adequada

Um dos principais motivos de negativa de benefícios é a ausência de provas suficientes ou a apresentação inadequada dos documentos.

Sem orientação, o segurado pode não demonstrar corretamente sua condição.

Enquadramento incorreto do benefício

Pedidos feitos de forma equivocada, sem análise técnica, podem resultar em enquadramento errado, atrasando ou impedindo o acesso ao benefício correto.

Suspensão ou cessação indevida do benefício

Benefícios já concedidos podem ser suspensos em revisões mal conduzidas.

Sem o apoio de um advogado, o segurado pode não saber como se defender ou recorrer da decisão.

Perda de tempo e de valores atrasados

Erros no processo podem gerar atrasos significativos na concessão do benefício, além da perda de valores retroativos que poderiam ser pagos ao segurado.

A atuação preventiva do Advogado Previdenciário em 2026

Com a nova avaliação biopsicossocial, a atuação preventiva do Advogado Previdenciário ganha ainda mais importância.

Planejamento previdenciário adequado

O advogado orienta o segurado sobre o melhor momento para solicitar o benefício, considerando as mudanças nos critérios de avaliação.

Redução de riscos e aumento da segurança jurídica

Com acompanhamento especializado, o segurado tem maior segurança de que seus direitos serão analisados de forma justa e conforme a legislação vigente.

Grave essa informação!!

A nova avaliação biopsicossocial em 2026 representa uma mudança significativa na análise dos benefícios do INSS.

Embora traga uma visão mais completa e humana do segurado, também torna o processo mais técnico e exigente.

 Diante desse cenário, contar com um Advogado Previdenciário é fundamental para evitar erros, proteger direitos e garantir que o benefício seja concedido ou mantido de forma correta.

O acompanhamento jurídico não é um custo, mas um investimento na segurança e na tranquilidade do segurado frente às novas exigências do INSS.

 


Conclusão

Você chegou ao fim deste post e viu que a nova avaliação biopsicossocial que passa a ganhar força em 2026 representa uma mudança relevante na forma como o INSS analisa os benefícios previdenciários e assistenciais.

Ao considerar não apenas a existência de uma doença, mas também os impactos psicológicos e sociais na vida do segurado, o Instituto adota um modelo mais completo e, ao mesmo tempo, mais exigente.

Para o beneficiário, isso significa que o reconhecimento do direito dependerá cada vez mais da correta demonstração da realidade vivida no dia a dia.

Felizmente, agora você já sabe Nova avaliação Biopsicossocial em 2026: O que muda para os Benefícios do INSS.

Afinal, como Advogado Previdenciário, só aqui eu mostrei:

  • O que é a avaliação biopsicossocial no INSS?

  • Quais benefícios do INSS utilizam a Avaliação Biopsicossocial

  • Principais mudanças na Avaliação Biopsicossocial em 2026

  • Nova Avaliação Biopsicossocial em 2026: O que muda na prática

  • Importância de contar com um Advogado Previdenciário na Avaliação Biopsicossocial em 2026

A avaliação biopsicossocial passa a influenciar diretamente a concessão, a manutenção e a revisão de benefícios, exigindo atenção redobrada em cada etapa do processo junto ao INSS.

Leia também:

 

 

Informação, preparo e orientação especializada de um Advogado Previdenciário são fundamentais para enfrentar esse novo modelo de Avaliação Biopsicossocial em 2026.

Estamos aqui para ajudar.

Até o próximo conteúdo. 


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